HISTÓRIA 
 
Nos idos de 1999, os três amigos, Emerson Zóio, Rubão Almeida e Marcello NegroRoots colocam em prática as ideias musicais que vinham sendo desenvolvidas desde os anos 90.

Após alguns ensaios, eles criam as músicas para as letras que foram sendo escritas, como "São Paulo Capital" e "O Gambé", música que aborda o episódio ocorrido na Favela Naval, em Diadema/SP e que correu o mundo, em 1997.

Em 2000 lançam um EP, intitulado "Tiguirô", contendo 7 músicas de temática voltada à crítica política e social. Após esse lançamento, entra na banda o baixista Ivan Valle, para as primeiras apresentações pela capital paulista e ABC, passando por locais sem a mínima infraestrutura.

No ano seguinte, surgem algumas divergências sobre os rumos que a banda deveria seguir, o que culmina com a saída do baixista. Para substituí-lo chamam Marco "Oxá" Jones (ex-Tumulto), que também é irmão caçula do NegroRoots. Seguem-se mais alguns shows, com participações em festivais caça-níqueis e festas de todo tipo, sempre marcados pela virilidade nas apresentações, o que acaba por impressionar o público que os assiste.

Em 2003 concluem a gravação do primeiro álbum, contendo 13 músicas que
é um apanhado de todo o trabalho anterior, apresentando novas leituras para as músicas lançadas no primeiro EP e outras músicas inéditas. Junto com o álbum produzem o vídeo clipe da música "Tiguirô", mostrando o submundo da noite paulistana, com todas as suas características mais sombrias.

Após mais alguns shows de divulgação desse álbum, em 2005 o Digital Men faz uma pausa em suas atividades, até que os seus integrantes tivessem concluído seus estudos e especializações. Isso faz com que nenhum material inédito seja lançado por cerca de cinco anos. Esse hiato finalmente termina em 2010, com o lançamento do segundo álbum, intitulado Rádio Manifesto e com a volta aos palcos.

Mas, como nada é perfeito e nem dura para sempre, em meio à divulgação do álbum, Marco Jones abandona o barco e vai procurar outros rumos, enquanto o Digital Men, mais uma vez, tem de ficar no estaleiro à procura de um substituto para a vaga.

Depois de cerca de seis meses, a procura termina em janeiro de 2011, com a entrada de Creck Emerson, que permanece por poucos meses e junto com ele, o Marcello também deixa o grupo. Assim, resta aos destemidos Emerson e Rubão, seguirem adiante com o trabalho que deve ter uma mudança em sua estrutura musical, focando mais nas raízes percussivas brasileiras.

E a história continua...



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